Did you know that Madrid was occupied by the Portuguese?

Mar 2017
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Matosinhos Portugal
Did you know that Madrid was occupied by the Portuguese?
The Spanish capital came to be in the hands of the Portuguese troops, coordinated by António Luís de Sousa, Marquis of Minas. This episode occurred during the Spanish War of Succession, between 1701 and 1714.

Sabia que Madrid chegou a ser ocupada pelos portugueses?
A capital espanhola chegou a estar nas mãos das tropas portuguesas, coordenadas por António Luís de Sousa, marquês das Minas. Este episódio ocorreu durante a Guerra da Sucessão de Espanha, entre 1701 e 1714

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A war conflict between Portugal and Spain seems to us somewhat distant. We have all heard of the Philippine dynasty, the Habsburg House, the Bourbon House, and the Spanish War of Succession. But did you know that the Portuguese army came to occupy Madrid at that time?

In order to understand this episode of Portuguese and Spanish history, it is necessary to understand how the War of Succession, between 1701 and 1714, began. The Prince of Austrias, José Fernando da Bavaria, was chosen to succeed his great-uncle, King Carlos II. from Spain, who died without leaving heirs. However, the young prince was in poor health and eventually died at the age of six. This death led Philip v, grandson of Louis XIV of France, to be the considered figure to occupy the Spanish throne.

The Bourbons would thus lead two of Europe's most powerful states - France and Spain. The other powers feared the consequences of this bond. Roman-German Emperor Leopold I, a relative of Charles II, decides to try to break this dynastic union and claims to have the right to the throne. Thus begins the War of the Succession of Spain.

English, Portuguese and German forces unite against the Bourbon. Portugal had already recognized Philip v of Spain but, under the pressure of the English, with whom our country had close relations, D. Pedro ii of Portugal was forced to rethink his position, thus annulling in 1702 the treaty “By which Portugal was committed to guarding the rights of France, with the promise of military aid in case of threat”, reads in the “History of Portugal” by Veríssimo Serrão. Thus, the Portuguese kingdom joins the opposing forces, recognizes Archduke Carlos, son of Leopoldo i, as king of Spain, and enters the war.

Entry into Spain The importance of Portugal in this confrontation was mainly due to its geographical position: our country becomes the base of operations of the allies.
Ciudad Rodrigo was the chosen place to attack, but this campaign was without effect and the military forces returned to Portuguese territory without any conquest. The onset of hostilities began in the worst way for Portugal and its allies.

One of the main figures of the Portuguese offensive was António Luís de Sousa, Marquis of Minas. This man “will reoccupy several localities of Beira Baixa, including Castelo Branco, which the Spanish troops had occupied shortly after Portugal entered the conflict,” reads the entry on the Marquis of Minas, written by historian Fernando Castelo Branco , in the “Dictionary of Portuguese History”.

It was thanks to the leadership of this man that on June 28, 1706, the Allied forces eventually entered Madrid and occupied it for 40 days, making Archduke Charles proclaimed King, for whom the Allies fought.
As João Vieira Borges explains in his book “Conquista de Madrid - 1706”, after 500 kilometers, over three months, by more than 14 thousand Portuguese and 4200 Anglo-Dutch, troops commanded by the Marquis of Minas entered the large Spanish city and took more than 8,000 prisoners after clashes with French-Spanish forces. The Spanish throne was thus at the mercy of the Austrian suitor.

"But the Marquis of Minas' brilliant success will soon be annihilated, in part due to the reaction of the Spanish people, who hailed the other suitor, Filipe de Anjou, in Salamanca and other cities, as King of Spain," explains Fernando Castelo. White. This recognition of the French suitor made it difficult to communicate between Portugal and the Portuguese army. “Soon the Marquis of Minas is forced to leave the Spanish capital, and shortly after expels the small garrison that he left there,” says the historian.

The fact is that this raid had little influence on the outcome of this war: Philip of Anjou remained king of Spain, but was forced to cede to Great Britain the island of Menorca in the Balearics, as well as the rock of Gibraltar, and the Habsburgs. the Spanish Netherlands. As for Portugal, little or nothing withdrew from this confrontation, eventually signing peace treaties with France and Spain in 1713 (1st Treaty of Utrecht) and 1715 (2nd Treaty of Utrecht), respectively.
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Mar 2017
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In portuguese



Um conflito bélico entre Portugal e Espanha parece-nos algo distante. Todos ouvimos falar na dinastia filipina, na Casa de Habsburgo, na Casa de Bourbon e na Guerra da Sucessão de Espanha. Mas sabia que o exército português chegou a ocupar Madrid nessa altura?

Para entender este episódio da história portuguesa e espanhola é necessário perceber como começou a Guerra da Sucessão, disputada entre 1701 e 1714. O príncipe das Áustrias, José Fernando da Baviera, foi o escolhido para suceder ao seu tio-avô, o rei Carlos ii de Espanha, que morreu sem deixar herdeiros. No entanto, o jovem príncipe tinha uma saúde frágil e acabou por falecer aos seis anos de idade. Este óbito levou Filipe v, neto de Luís xiv de França, a ser a figura ponderada para ocupar o trono espanhol.

Os Bourbon iriam, assim, liderar dois dos Estados mais poderosos da Europa – França e Espanha. As restantes potências receavam as consequências deste vínculo. O imperador romano-germânico Leopoldo i, parente de Carlos ii, decide tentar romper esta união dinástica e afirma ser o detentor do direito ao trono. Tem assim início a Guerra da Sucessão de Espanha.

As forças inglesas, portuguesas e germânicas unem-se contra os Bourbon. Portugal já tinha reconhecido Filipe v de Espanha mas, perante a pressão dos ingleses, com quem o nosso país mantinha relações muito próximas, D. Pedro ii de Portugal viu-se obrigado a repensar a sua posição, anulando assim, em 1702, o tratado “pelo qual Portugal se comprometia a guardar os direitos da França, com a promessa de um auxílio militar em caso de ameaça”, lê-se na “História de Portugal” de Veríssimo Serrão. Assim, o reino português une-se às forças opositoras, reconhece o arquiduque Carlos, filho de Leopoldo i, como rei de Espanha, e entra na guerra.

Entrada em Espanha A importância de Portugal neste confronto deveu-se principalmente ao seu posicionamento geográfico: o nosso país torna-se a base de operações dos aliados.
Ciudad Rodrigo foi o local escolhido para atacar, mas esta campanha ficou sem efeito e as forças militares regressaram a território português sem qualquer conquista. O início das hostilidades começou da pior maneira para Portugal e os seus aliados.

Uma das principais figuras da ofensiva portuguesa foi António Luís de Sousa, marquês das Minas. Este homem “vai reocupar diversas localidades da Beira Baixa, entre as quais Castelo Branco, que as tropas espanholas tinham ocupado pouco depois da entrada de Portugal no conflito”, lê-se na entrada sobre o marquês das Minas, redigida pelo historiador Fernando Castelo Branco, no “Dicionário de História de Portugal”.

Foi graças à liderança deste homem que, a 28 de junho de 1706, as forças aliadas acabaram por entrar em Madrid e ocupá-la durante 40 dias, fazendo ali proclamar rei o arquiduque Carlos, por quem os aliados combatiam.
Como explica João Vieira Borges no seu livro “Conquista de Madrid – 1706”, ao fim de 500 quilómetros percorridos, ao longo de três meses, por mais de 14 mil portugueses e 4200 anglo-holandeses, as tropas comandadas pelo marquês das Minas penetraram na grande cidade espanhola e fizeram mais de 8 mil prisioneiros após os confrontos com as forças franco-espanholas. O trono espanhol ficou, assim, à mercê do pretendente austríaco.

“Mas o brilhante êxito do marquês das Minas vai ser aniquilado em breve, em parte devido à reação do povo espanhol, que fez aclamar o outro pretendente, Filipe de Anjou, em Salamanca e noutras cidades, como rei de Espanha”, explica Fernando Castelo Branco. Este reconhecimento do pretendente francês veio dificultar as comunicações entre Portugal e o exército português. “Em breve o marquês das Minas se vê obrigado a abandonar a capital espanhola, sendo pouco tempo depois expulsa a pequena guarnição que aí deixara”, refere o historiador.

A verdade é que esta incursão pouco influenciou o desfecho desta guerra: Filipe de Anjou continuou a ser rei de Espanha, mas foi obrigado a ceder à Grã-Bretanha a ilha de Menorca, nas Baleares, bem como o rochedo de Gibraltar, e aos Habsburgos os Países Baixos espanhóis. Quanto a Portugal, pouco ou nada retirou deste confronto, acabando por assinar tratados de paz com França e Espanha em 1713 (1.o Tratado de Utreque) e 1715 (2.o Tratado de Utreque), respetivamente.


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Friends my interest is to make known the history between the two countries Portugal and Castile Spain.

Yes it is true even today there is hatred between the two octopuses mainly with our Olivenza which was annexed by Castile Spain in the 19th century with the Battle of Oranges.

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My opinion Gibraltar will be from Spain when she delivers Olivenza to Portugal as Spain delivers Ceuta etc. to Morocco.

My opinion Portugal makes border with two countries Portugal Galicia and Portugal Spain Castile

My opinion?

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Em português - In portuguese


Amigos o meu interesse é dar a conhecer a história entre os dois países Portugal e Castela Espanha.

Sim é verdade ainda hoje existe ódio entre os dois pôvos principalmente com a nossa Olivença que foi anexada por Castela Espanha no zéculoo XIX com a batalha das Laranjas.

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Minha opinião Gibraltar será da Espanha quando ela entregar Olivença a Portugal como a Espanha entregar Ceuta etc. a Marrocos.

Minha opinião Portugal faz fronteria com dois países Portugal Galiza e Portugal Espanha Castela

Minha opinião?